
Nosso espetáculo procura reinventar a essencialidade da RODA de história, onde virtudes passeiam pelas bocas dos presentes. Nela é onde poderemos conhecer um pouco mais de nós mesmos através da identificação com as histórias que são contadas e que, certamente, algumas já ouvimos.Retomar, da maneira mais simples e poética o feito de se Contar e ouvir uma boa história.
Realizarmos esse espetáculo é para gente atribuir a verdadeira importância a essas figuras populares, nosso poço de sabedoria, pessoas que por diversas razões, circunstâncias e habilidades, acumularam conhecimentos que pertencem às suas comunidades e que podemos entender como “patrimônio cultural imaterial”.
Estaremos preservando a nossa cultura personificada no personagem de Sirila, uma benzedeira, um GRIÔ, como batizaram os jovens estudantes africanos seus contadores de histórias, pois, como eles mesmos afirmavam “é um verdadeiro incêndio numa biblioteca a morte de um Griô”.
Para nós, Lamparina e Sirila representam esse TESOURO HUMANO VIVO, por tudo aquilo que eles nos trazem com suas histórias!
Escrito por Cida Almeida às 16h45
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